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Fenômeno virtual
Editoria: Geral
22/Jul/2008 - 14:49
Enviado por Redação PSL-Brasil
Com legislação bem mais liberal do que a brasileira, os Estados Unidos assistem a uma revolução, por meio da internet, no jeito de fazer campanha eleitoral.No país do democrata Barack Obama e do republicano John McCain, blogs, e-mails, textos e vídeos no YouTube são protegidos pela Primeira Emenda, que garante a liberdade de expressão, e não são regidos pelas normas da Comissão Federal de Eleições.

Usando recursos populares entre jovens, os candidatos se aproximam do eleitorado, divulgam suas idéias, ouvem sugestões e criam a sensação de que estão presentes em seu cotidiano. Para o professor de comunicação digital da PUCRS Marcelo Träsel, Obama soube usar como ninguém os recursos da internet para agregar e mobilizar eleitores em torno de sua campanha.

- Obama basicamente transformou o site dele em uma rede social, uma espécie de Orkut. O eleitor de Obama pode se cadastrar e encontrar outros simpatizantes, se organizar para fazer campanha. O interessante é que ele não está fazendo isso só para constar, as redes de fato funcionam. Não é tiozinho querendo posar de antenado - afirma Träsel.

Para o seu filho ler No dia 5 de outubro, os seus pais votarão para escolher um prefeito e um vereador, que cuidarão da sua cidade. Os candidatos podem criar um site para dizer se vão asfaltar ruas ou construir escolas. As pessoas poderão entrar na internet e ver vídeos e textos no site de cada candidato. O candidato define qual é o site da campanha eleitoral e avisa o juiz eleitoral, que fiscaliza o que pode e não pode ser feito na internet. Quem fizer propaganda em outros sites e em comunidades no Orkut será punido pelo juiz eleitoral. O juiz tem a função de proibir que um candidato tenha mais espaço do que outro na rede. Por isso, se você receber propaganda de candidatos que não esteja de acordo com essas regras, avise seus pais.



Fonte: Zero-Hora Online
 

 

Pelo debate e transparencia no Projeto de Lei de CONTROLE da INTERNET

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